Carrinhos Solares

Dentro do projeto Bandeira Verde, a equipa do 10º ano CT3 constituída pelo João Silva, Bruno Viegas, José Passo, Ana Faria e Vera Moreira recebeu o 1º Prémio na categoria de conceção e o 3º Prémio no desempenho na corrida de carrinhos solares organizada pela Agência de Energia do Porto e pela Câmara Municipal de Vila do Conde que decorreu no Parque de Jogos da Av. Júlio Graça. Estão assim apurados para a fase distrital a realizar-se no dia 14 de junho nas instalações da LIPOR em Baguim do Monte. Foi um orgulho para a escola e uma alegria para os alunos que receberam vários prémios inclusivamente monetários.

Carrinho solar da equipa do 10º CT3


Carrinhos Solares em concurso


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Grandioso

Grandioso foi o trabalho efetuado pela turma do 9º A dentro do Projeto Bandeira Verde. Para além da recolha de residuos efetuada em todos espaços exteriores da escola, ainda decidiram limpar as valetas dos campos de jogos. Levantaram as grades de ferro, pesadíssimas, e recolheram a borracha do sintético. Encheram-se 4 contentores de 100 litros com resíduos. Foi uma lição de cidadania com resultados, de certeza que vamos pensar duas vezes antes de deitarmos lixo no chão. Parabéns pelo grande trabalho.


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A propósito da recolha de plásticos efetuada pelos alunos da nossa escola nas praias


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Trocas no Polivalênte

Durante a Semana Cultural realizamos no polivalênte da escola uma campanha de trocas com objetivos ambientais. Assim trocaram-se:

– Lâmpadas economizaroras estragadas por novas.

– Resíduos eletricos por canetas com luz.

– Pilhas por sacos reutilizaveis.

– Rolhas de cortiça pela preservação da nossa floresta de sobreiros.

– Tampinhas por solidariedade.


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Compostagem na Escola

Integrada na Semana Cultural da escola, realizou-se uma palestra sob o tema da compostagem doméstica. Durante a palestra proferida pelo Eng.º Joaquim Ponte, foi referida a enorme quantidade de resíduos produzidos em Vila do Conde que se traduz em grandes custos para a recolha e queima na LIPOR. Uma das formas de reduzir os custos é aproveitar parte destes resíduos para compostagem. Foram também referidos outras vantagens da compostagem como por exemplo a prática de uma agricultura biológica. Assim, esperamos que os compostores da escola passem a cumprir com as suas funções.


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Recolha de Resíduos na Escola

Fartos de ver lixo no chão da escola, as turmas do 10º CT1 e 12º LH1, decidiram pôr mãos à obra e recolher todo o lixo espalhado nos espaços exteriores da escola antes de se iniciar a Semana Cultural. Deu para constatar que tinhamos imensos resíduos espalhados por toda a escola. Aproveitou-se também para se fazer a monitorização dos resíduos.
Todos esperamos que este exemplo sirva para fazer pensar algumas cabecinhas.


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Recolha de Plásticos nas Praias de Vila do Conde

Numa acção se sensibilização para a problemática dos resíduos e principalmente dos plásticos no mar, três turmas da escola do 10º ano, CT1, CT3 e CT6, realizaram uma recolha de plásticos desde a praia das Caxinas e do Mestre até quase ao miradouro da Praia Azul. Tudo ficou livre da praga dos plásticos. Foram recolhidos 10 sacos grandes com mais de 100 Kg que a Câmara Municipal, apoiante da iniciativa, recolheu para reciclagem.


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O Mar da Nossa Terra

O ecoclube e a biblioteca da nossa escola lançaram este desafio a todos os alunos:

Concurso
PowerPoint ou Movie Maker

Pega numa máquina fotográfica ou de vídeo e constrói um “PowerPoint” ou “Movie Maker” e ajuda-nos a conhecer melhor:

“O Mar da Nossa Terra”

Regulamento:

1 – Podem participar todos os alunos do 7º ao 12º ano. Serão constituídas duas categorias distintas, básico e secundário.

2 – O trabalho terá que ser coletivo, com um mínimo de dois elementos.

3 – O trabalho PowerPoint ou MovieMaker terá a duração máxima de dois minutos devendo a apresentação ser em modo de exibição, (em formato ppsx).

4 – A entrega dos trabalhos tem que ser feita na biblioteca, em suporte informático, até 11 de Março.

5 – O presidente do júri, professor do grupo de educação visual, escolherá a restante equipa de avaliação, e a decisão sobre os vencedores será inapelável.

6 – Na avaliação dos trabalhos ter-se-á em consideração a mensagem, a imagem, o som e a originalidade.

Todos os trabalhos serão passados no polivalente em horário a designar e possivelmente na página de internet da escola.

Os prémios serão atribuídos no 3º período em data a designar.


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SOBREPESCA

O tema MAR foi escolhido pela nossa escola para integrar, neste ano letivo, a candidatura à bandeira verde.

Encontramo-nos bem perto da talvez maior comunidade piscatória de Portugal.

A sobrepesca é um problema gravíssimo para a sustentabilidade dos oceanos. E é um problema gravíssimo para Portugal.
Saiba porquê e visualize o video.

Economia
29/03/12, 12:34
OJE/Lusa

Portugal pesca somente cerca de um quarto do peixe que consome e se os portugueses só comessem pescado capturado pela sua frota em águas comunitárias este stock esgotava-se sexta-feira, indica um relatório da News Economic Foudation e da OCEAN2012.

O relatório concluiu que Portugal é um dos países da União Europeia (UE) mais dependente de pescado importado e que a partir de 30 de março deixa de ser autosuficiente, quando no ano passado esta data era 26 de abril.

Assim, este ano, Portugal tem menor capacidade para suprir as suas necessidades de consumo de peixe com capturas próprias em águas da UE e é mais dependente de capturas não comunitárias para fornecer três quartos do seu consumo.

O que Portugal consegue produzir para consumo próprio em termos de pescado é “entre um terço e um quarto daquilo que é consumido anualmente. Estamos claramente a importar muito mais pescado do que seria desejável”, disse hoje à agência Lusa Gonçalo Carvalho, presidente da Associação de Ciências Marinhas e Cooperação (Sciaena), que faz parte da OCEAN2012.

“Tendo em conta o consumo médio diário de peixe de um português e o pescado que se estima seja capturado e produzido em aquacultura em Portugal este ano, só consumiríamos peixe português até 30 de março e, a partir daí, se não tivéssemos a possibilidade de importar pescado de outros países, não poderíamos consumir mais peixe”, especificou Gonçalo Carvalho.

“Portugal é o predador de topo da UE, em termos de pescado consumido por habitante. Os portugueses consomem três vezes mais pescado que a média europeia. É uma pena que o seu apetite por peixe não seja tão voraz como a vontade de assegurar que existirá pescado no futuro”, critica Aniol Esteban, da News Economic Foudation (NEF) e OCEAN2012 e co-autor do relatório, citado num comunicado.

Segundo as organizações, as populações de peixe são um recurso renovável, mas, de acordo com as estatísticas da Comissão Europeia, “estamos a retirar mais peixe das nossas águas do que o que os ecossistemas conseguem repor”.

Este trabalho das duas entidades internacionais tem como objetivo “chamar a atenção para o problema essencial” que é tanto a UE, em geral, como Portugal, de consumir muito mais pescado que aquele que as suas águas são capazes de produzir e, por isso, “é necessário mudar alguma coisa”. Este alerta surge numa altura em que está a ser preparada a reforma da Política Comum de Pescas (PCP).

Parte do consumo em Portugal centra-se numa espécie, o bacalhau, que deixou de ser capturada pela frota portuguesa, mas outras espécies, como o atum, também contribuem para as quantidades importadas.

“Pode ser importante os consumidores portugueses optarem por espécies capturadas em águas nacionais, mas que não são tão conhecidas e populares”, como a cavala que, atualmente, tem baixo valor comercial, defende o presidente da Sciaena.

A aquacultura poderá resolver uma parte do problema, “mas só se for orientada para métodos de produção ambientalmente sustentáveis, sobretudo para espécies herbívoras, que não dependam do pescado selvagem para a produção”, acrescenta Gonçalo Carvalho.

A OCEAN2012 é uma aliança de organizações dedicadas a transformar a PCP da UE para eliminar a sobrepesca, acabar com as práticas piscatórias destrutivas e assegurar uma exploração justa e equitativa de populações saudáveis de peixes.


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Video educativo muito bom sobre o problema da pesca excessiva.


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